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	<title>Política S/A e Cia</title>
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	<description>Campanha e gestão de mandatos através de uma comunicação moderna</description>
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	<title>Política S/A e Cia</title>
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		<title>“A DEMOCRACIA É DIFÍCIL”</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 18:32:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jackson Vasconcelos: economista, com formação em ciência política. Peguei o título emprestado de uma entrevista que Sérgio Buarque de Holanda fez à revista VEJA e foi publicada nas Páginas Amarelas, na edição de 28 de janeiro de 1976. O autor dispensa apresentações, mas, se alguém precisar delas, visite o que há de melhor escrito sobre a História do Brasil. Basta&#8230;]]></description>
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<p>Jackson Vasconcelos: economista, com formação em ciência política.</p>



<p>Peguei o título emprestado de uma entrevista que Sérgio Buarque de Holanda fez à revista VEJA e foi publicada nas Páginas Amarelas, na edição de 28 de janeiro de 1976. O autor dispensa apresentações, mas, se alguém precisar delas, visite o que há de melhor escrito sobre a História do Brasil. Basta que fique com Raízes do Brasil, publicado em 1936. Alerto que, na entrevista que cito, Sérgio Buarque de Holanda desaconselhou a leitura da obra, por considerá-la ultrapassada. Perdoe-me o historiador, eu, vez por outra, procuro o livro. Ele explica os problemas que temos enfrentado.</p>



<p>Voltando à entrevista do Sérgio, na parte que justifica o título deste meu pobre trabalho, o repórter fez a pergunta: “Quando o senhor afirma que no Brasil nunca houve democracia, isso talvez signifique que, em certo sentido, as massas populares jamais participaram do jogo político nacional?” Sérgio respondeu: “Claro. No Brasil, sempre foi uma camada miúda e muito exígua que decidiu. O povo sempre está inteiramente fora disso. As lutas, ou mudanças, são executadas por essa elite em benefício dela, é óbvio. A grande massa navega adormecida, num estado letárgico, mas em certos momentos, de repente, pode irromper brutalmente… Até agora, todas as revoluções dentro da história do Brasil foram de elites, civis e militares. E quando a questão se restringe a querelas elitistas, o processo caminha como numa briga de família: aparece um primo, um tio ou um amigo da família com bom relacionamento com ambas as partes capaz de contornar diplomaticamente o confronto direto.”</p>



<p>Opa! Sérgio não viveu o suficiente para conhecer o mundo louco criado pelas tais redes digitais. Elas quebram a hegemonia das elites, mas a um preço alto: o primo, o tio ou o amigo da família só têm bom relacionamento com uma das partes e, por isso, só complicam mais o confronto direto.</p>



<p>O desafio está posto: encontrar quem seja capaz de “contornar diplomaticamente o confronto direto”. Essa figura existe? Não me parece. Já que é impossível usar um primo, um tio ou um amigo, que tal encontrar um líder?</p>



<p></p>
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		<title>Numa campanha, o que é mais importante?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 20:45:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A agenda do candidato é a ferramenta mais importante de uma campanha eleitoral, a ponto de ser insubstituível. Dela saem os comandos para todas as atividades de uma campanha. Por isso, ela não pode ser formulada sem cuidado, feita de qualquer maneira, observando-se só o vazio no dia e no horário proposto. O primeiro e mais relevante aspecto a cuidar&#8230;]]></description>
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<p>A agenda do candidato é a ferramenta mais importante de uma campanha eleitoral, a ponto de ser insubstituível. Dela saem os comandos para todas as atividades de uma campanha. Por isso, ela não pode ser formulada sem cuidado, feita de qualquer maneira, observando-se só o vazio no dia e no horário proposto. O primeiro e mais relevante aspecto a cuidar é ter consciência do objetivo. O evento destina-se a conquistar eleitores ou estimular multiplicadores? É numa igreja, numa praça, na casa de alguém? Como o candidato deve estar vestido.</p>



<p>O que o candidato dirá? Quais os pontos sensíveis para o público-alvo? Essas providências e outras, tais como, que horas chegar e que horas sair, fazem parte do que eu chamo de pré-agenda.</p>



<p>Depois, entramos no cumprimento da agenda. O contato dos candidatos com os eleitores é momento solene, o mais relevante, por isso, o candidato não pode estar ocupado ou atento com outros assuntos. Da conversa dele com os eleitores nascerão as histórias e os conteúdos. Encerrado o compromisso, entra-se na pós-agenda, ocasião em que a equipe com o candidato avalia os resultados, levanta os compromissos que foram firmados no encontro e o modo como eles podem ser solucionados.</p>
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		<title>Quando você se torna melhor com o tempo vai perdendo o medo</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 14:59:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No dia 22 de junho de 2015, o Presidente Barack Obama esteve no podcast do comediante Marc Maron. Na época, eu tirei o trecho abaixo: Às vezes a tarefa de quem governa é fazer as coisas funcionarem, conseguir pequenos progressos, desviar o transatlântico uns dois graus para o sul ou para o norte para que, daqui a dez anos, de&#8230;]]></description>
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<p>No dia 22 de junho de 2015, o Presidente Barack Obama esteve no podcast do comediante Marc Maron. Na época, eu tirei o trecho abaixo:</p>



<p>Às vezes a tarefa de quem governa é fazer as coisas funcionarem, conseguir pequenos progressos, desviar o transatlântico uns dois graus para o sul ou para o norte para que, daqui a dez anos, de repente, a gente se encontre num lugar muito diferente. Não dá para fazer um desvio de 50 graus, não pela influência dos poderosos na política, mas por que as sociedades não fazem isso.</p>



<p><br>Não adianta ter razão numa política pública, é preciso comunicar o que se faz.<br>Não tenho interesse em ter uma conversa ideológica, quero saber o que funciona e aplicar.</p>
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		<title>PESQUISAR O ÓBVIO PRA QUÊ?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 17:18:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sistema Globo calculou 185 mil pessoas, o Governo do Estado de São Paulo chegou aos 850 mil presentes. O Estadão, a Folha de São Paulo e outros adivinhadores apresentaram cálculos diversos sobre o evento ocorrido no domingo passado em São Paulo, na Avenida Paulista. Mas lamento dizer que a quantidade exata de pessoas não tem importância, pois quando a&#8230;]]></description>
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<p>O Sistema Globo calculou 185 mil pessoas, o Governo do Estado de São Paulo chegou aos 850 mil presentes. O Estadão, a Folha de São Paulo e outros adivinhadores apresentaram cálculos diversos sobre o evento ocorrido no domingo passado em São Paulo, na Avenida Paulista.</p>



<p>Mas lamento dizer que a quantidade exata de pessoas não tem importância, pois quando a gente fala sobre disputas políticas, vale a imagem, a percepção e jamais a realidade. Eis aí uma lição da estratégia de comunicação. Isso dito, fica claro que a imagem apresentada do evento mostrou um número quase infinito de pessoas na Avenida Paulista, gente que compôs num campo vestido de verde e amarelo.</p>



<p>Jair Bolsonaro, o astro, o mito, o cara, o doido, o marido de Michele, pai do destrambelhado Carlos, fez um discurso ameno e pediu pacificação. Vejam vocês! É possível que até ele, mestre de confusões, tenha se cansado das brigas. Será? Na linha da pacificação, Jair Bolsonaro pediu que o Congresso Nacional anistie os brasileiros punidos pela Suprema (com todo o poder que tem a palavra) Corte, por terem participado da mobilização de 8 de janeiro do ano passado.</p>



<p>Após o evento na Paulista, o Instituto de Pesquisa Genial Quaest entregou à imprensa uma pesquisa com a avaliação de 2 mil pessoas sobre o acontecimento. Duas mil pessoas residentes em 120 cidades. O que diz a pesquisa? Vamos lá. Prepare o seu espírito para algo curioso.</p>



<p>Você acha que a manifestação foi grande, média ou pequena? 46% dos eleitores do Lula acharam-na grande e 13% pequena. E os eleitores do Bolsonaro, hein? 89% disseram que ela foi grande. Nossa!<br>A manifestação esteve dentro dos limites da lei? 51% dos eleitores do Lula disseram não. 87% dos eleitores do Bolsonaro disseram sim.<br><br>Tem mais. Calma!<br><br>Bolsonaro está sofrendo uma perseguição? 75% dos eleitores do Lula disseram que sim, mas 72% dos eleitores do Bolsonaro disseram que não. Que novidade, hein?<br><br>Seria justo ou injusto prender Bolsonaro? Adivinhem o que deu. 79% dos eleitores do Lula acham justo, mas 82% dos eleitores do Bolsonaro acham injusto.<br><br>Só mais uma para não encher a paciência de vocês. Vamos lá:<br>A Justiça acertou ou errou ao tornar Bolsonaro inelegível? A turma do Lula: acertou! Os eleitores do Bolsonaro: errou!</p>



<p>Apurou-se o óbvio, para se oferecer à imprensa assuntos para ocupar a pauta. O noticiário concluiu: “Metade dos brasileiros defende a prisão de Bolsonaro” (Revista Veja). “Para 47%, Bolsonaro participou de plano de golpe e 40% acham que não”.</p>



<p>Cabe lembrar que Lula venceu a eleição com 50,9% dos votos. Jair Bolsonaro obteve 49,10%. Precisa dizer mais? Por isso, é preciso cuidado quando se lê pesquisas e notícias, para que não se seja enganado.</p>
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		<title>Dica de Leitura- Inquérito do Fim do Mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 17:00:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livro “Inquérito do fim do mundo” por Cláudia R. De Morais Piovezan é uma crítica com base jurídica e na história às decisões do Supremo Tribunal Federal. Vale ler neste momento em que o Supremo é o protagonista da ação política no Brasil. Rui Barbosa está presente na obra com uma frase: &#8220;A pior ditadura é a ditadura do&#8230;]]></description>
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<p>O livro “Inquérito do fim do mundo” por Cláudia R. De Morais Piovezan é uma crítica com base jurídica e na história às decisões do Supremo Tribunal Federal. Vale ler neste momento em que o Supremo é o protagonista da ação política no Brasil.<br><br>Rui Barbosa está presente na obra com uma frase: &#8220;A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário, pois contra ela não há a quem recorrer&#8221;. O inquérito é sobre fake news &#8211; algo que ganhou dimensão depois da eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos e de Jair Bolsonaro, no Brasil.<br><br>Clique <a href="https://www.amazon.com.br/Inqu%C3%A9rito-Do-Fim-Mundo/dp/659907135X">aqui</a> para comprar o livro<a href="https://lnkd.in/dSPmquhC">.</a></p>
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		<title>Dica de Leitura &#8211; O Repórter Esso</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 16:54:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No tempo do Repórter Esso, o que não era noticiado por ele não merecia crédito. Algo que, a propósito, está bem diferente nesse tempo de fake news e de descrédito da imprensa. De onde vem os conceitos de lide, pontualidade, objetividade, notícia concisa, precisa e impactante? Quem, pela primeira vez na história das rádios, demonstrou que a emoção na voz&#8230;]]></description>
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<p>No tempo do Repórter Esso, o que não era noticiado por ele não merecia crédito. Algo que, a propósito, está bem diferente nesse tempo de fake news e de descrédito da imprensa.<br><br>De onde vem os conceitos de lide, pontualidade, objetividade, notícia concisa, precisa e impactante? Quem, pela primeira vez na história das rádios, demonstrou que a emoção na voz é um veículo relevante para a transmissão de mensagens? As respostas estão no livro “O Repórter Esso &#8211; A Síntese Radiofônica Mundial que Fez História”- do jornalista Luciano Klöckner.<br><br>A turma jovem, certamente, não conheceu o programa que foi ao ar, pela última vez, no dia 31 de dezembro de 1968. A edição está disponível no <a href="https://youtu.be/cIgSWgWH2kg?si=aE0dvChjOWERj_PZ">YouTube</a>. O livro é uma aula sobre jornalismo, comunicação e história. Nele você encontra considerações sobre “o rádio e a sociedade de massa”, “a oralidade, a comunicação massiva e a globalização” e sobre “ideologia”. Fico por aqui para deixar com vocês a curiosidade que os levará, com certeza, à leitura.<br><br>Compre o livro <a href="https://www.amazon.com.br/Rep%C3%B3rter-S%C3%ADntese-Radiof%C3%B4nica-Mundial-Hist%C3%B3ria/dp/8539701014">aqui</a><a href="https://lnkd.in/d4DtHUMq">.</a></p>
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		<title>Dica de Leitura &#8211; Neuromarketing</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jan 2024 15:19:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabemos que estamos em tempo de campanhas eleitorais quando aparecem, no ambiente profissional, figuras que o mercado chama ou apelida de “marqueteiros políticos”. Gente sem formação em marketing, alguns sem formação alguma e outros com formação em jornalismo. Curiosos. Esses e os verdadeiros profissionais na arte deveriam ler o livro de Darren Bridger – Neuromarketing (como a neurociência, aliada ao&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sabemos que estamos em tempo de campanhas eleitorais quando aparecem, no ambiente profissional, figuras que o mercado chama ou apelida de “marqueteiros políticos”. Gente sem formação em marketing, alguns sem formação alguma e outros com formação em jornalismo. Curiosos.</p>



<p>Esses e os verdadeiros profissionais na arte deveriam ler o livro de Darren Bridger – Neuromarketing (como a neurociência, aliada ao design, pode aumentar o engajamento e a influência sobre os consumidores).</p>



<p>Darren é mestre em Métodos de Pesquisa Psicológica formado pela Universidade de Londres. É consultor de designers em análise de dados que exploram ideias e emoções inconscientes dos consumidores.</p>



<p>O livro é facilmente adaptável para quem atua em comunicação política, uma arte que tem como objetivo único o convencimento do eleitor. Diz Darren: “As pessoas são 80% mais propensas a ler o conteúdo que inclui imagens em cores”. Diz mais: “Os artigos com pelo menos uma imagem para cada 100 palavras são duas vezes mais propensos a ser compartilhados nas mídias sociais”.</p>



<p>Afinal, o que é o neurodesign? Como as pessoas veem os designs e que atributos os tornam eficazes. O neurodesign, define Darren, “é a aplicação de insights de neurociência e de psicologia para a criação de designs mais eficazes”. E o que é a neurociência? Ela decifra os fenômenos do cérebro e de todas as funções dele. Portanto, o neurodesign cria peças &#8211; insights que provocam as reações do cérebro de forma que atenda aos objetivos da comunicação.</p>
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		<title>Dica de Filme &#8211; Mulan</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 15:41:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No filme Mulan (2020), Hua Mulan (Liu Yifei) é a espirituosa e determinada filha mais velha de um honrado guerreiro. Quando o Imperador da China emite um decreto que um homem de cada família deve servir no exército imperial, Mulan decide tomar o lugar de seu pai, que está doente. Assumindo a identidade de Hua Jun, ela se disfarça de&#8230;]]></description>
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<p>No filme Mulan (2020), Hua Mulan (Liu Yifei) é a espirituosa e determinada filha mais velha de um honrado guerreiro. Quando o Imperador da China emite um decreto que um homem de cada família deve servir no exército imperial, Mulan decide tomar o lugar de seu pai, que está doente. Assumindo a identidade de Hua Jun, ela se disfarça de homem para combater os invasores que estão atacando sua nação. Esta épica viagem vai transformá-la numa honrada guerreira, merecedora do respeito de uma nação imensamente grata… e do orgulho do pai.</p>



<p>O que mais me chamou a atenção é que ela fez-se homem para ser convocada pelo pai, mas tornou-se um exemplo quando enfrentou os preconceitos e afastou o disfarce para mostrar-se como é: uma mulher com coragem e determinação.</p>



<p>Esse filme me faz lembrar do Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil. As mulheres brasileiras conquistaram o direito de votar em 24 de fevereiro de 1932. Se pararmos para pensar, não faz tanto tempo que isso aconteceu.</p>



<p>Já assistiu? O que mais esse filme te faz lembrar?</p>
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		<title>A Política Como Ela É</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 16:29:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rodrigo Neves anunciou que será candidato a prefeito de Niterói, situação que retira do atual prefeito, Axel Grael, eleito por ele, a possibilidade de reeleição. Axel aceitou a decisão de Rodrigo Neves e ampliou a confortável chance de vitória do grupo. Algo diferente, para uma situação parecida, aconteceu no Rio de Janeiro em 2000. César Maia foi eleito prefeito do&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Rodrigo Neves anunciou que será candidato a prefeito de Niterói, situação que retira do atual prefeito, Axel Grael, eleito por ele, a possibilidade de reeleição. Axel aceitou a decisão de Rodrigo Neves e ampliou a confortável chance de vitória do grupo. Algo diferente, para uma situação parecida, aconteceu no Rio de Janeiro em 2000.<br><br>César Maia foi eleito prefeito do Rio em 1992. A legislação não permitia reeleição. César, então, convocou e elegeu Luiz Paulo Conde, um nobre desconhecido. Deu-lhe posse e concorreu ao governo do estado. Perdeu. Nesse meio tempo, o Congresso aprovou a reeleição, uma possibilidade para Luiz Paulo Conde. César, no entanto, quis voltar, mas Os dois disputaram, o grupo político deles rachou, César Maia venceu com um resultado apertado.<br><br>O projeto político de César Maia ficou limitado à capital, Luiz Paulo Conde terminou a vida dando cabeçada e Eduardo Paes, para chegar à Prefeitura, precisou romper com César Maia. César perdeu, Conde perdeu e o Rio perdeu bem mais.</p>
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		<title>Como Saber Quais Argumentos Usar Para Convencer Alguém?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 17:02:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como saber quais argumentos usar para convencer alguém? A comunicação na política existe para convencer. Para isso, você precisa ouvir antes de falar para saber quais argumentos utilizar. Se sair falando sem ouvir, você nunca vai saber qual é o melhor instrumento. Corre o risco do eleitor escolher outra pessoa. Compartilhe a sua opinião aqui no MINUTO POLÍTICA S/A E&#8230;]]></description>
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<p>Como saber quais argumentos usar para convencer alguém?<br><br>A comunicação na política existe para convencer. Para isso, você precisa ouvir antes de falar para saber quais argumentos utilizar. Se sair falando sem ouvir, você nunca vai saber qual é o melhor instrumento. Corre o risco do eleitor escolher outra pessoa.<br><br>Compartilhe a sua opinião aqui no MINUTO POLÍTICA S/A E CIA.</p>
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